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Você lava o seu travesseiro?

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Atchim!

 

Prepare-se! A temporada de espirros está só começando. Pudera, no outono, agravam-se as crises respiratórias. O sobe e desce dos termômetros, as roupas de frio que voltam a circular ( muitas vezes, sem terem sido higienizadas recentemente) e a poeira que se acumula, pela falta de chuvas, interferem diretamente na vida dos alérgicos.

E mesmo em casa, você pode abrigar inimigos da sua saúde: os ácaros. Escondidos da sua vista, eles se instalam no colchão, nas cortinas e no travesseiro, causando 80% das alergias e figurando como os principais culpados pelos problemas respiratórios.

 

Na intenção de livrar os travesseiros dos ácaros, muitas pessoas acabam lavando o produto. Mas será que o procedimento é correto? Antes de apelar para essa estratégia, vale checar a etiqueta do travesseiro, para saber se ele é lavável ou não, e assim, seguir as instruções.

O grande receio ao lavar um travesseiro é quanto à secagem dele. Confeccionados com material extremamente poroso, os travesseiros retém uma quantidade tão grande de água, que mesmo aparentemente secos, podem manter umidade em seu interior, o que facilita a vida dos ácaros.

Expor o produto ao sol é um mito que muitas pessoas insistem em praticar. O calor propicia boas condições para a permanência dos ácaros, acaba com a elasticidade  das fibras do recheio do travesseiro e ainda resseca o tecido que o reveste .

O ideal é deixar o travesseiro ventilar sempre, em luz indireta, utilizar protetores ( que podem ser trocados periodicamente) e renovar o estoque a cada dois anos.  E para os alérgicos, produtos com proteção antiácaro são indispensáveis. Um travesseiro sem esta proteção, após seis meses de uso, acumula 300 mil ácaros!

Para garantir uma vida saudável a você e ao seu travesseiro, veja as opções da Altenburg!

 

 

 

Proteção para crianças e adultos! O travesseiro Sono & Saúde tem tratamento antiácaro, com íons de prata, aplicados no interior das fibras do recheio.

 

Protetores impermeáveis impedem a entrada de líquidos e poeira no travesseiro, conservando-o limpo por mais tempo.

 

Edredons, colcha e porta-travesseiros da Coleção Living, em cetim de algodão, 250 fios, trazem o tratamento antiácaro  dos íons de prata. O efeito antibacteriano não diminui com as lavações.

 

Para a criançada, também tem proteção antiácaro na Coleção Kids Malha. São edredons, colchas e porta-travesseiros com os ións de prata.

 

Fotos: Reprodução

Sono a mais

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

É amanhã! Chega ao fim o horário de verão.

Se antes, a ordem era adiantar os relógios, acordar com o dia ainda escuro e sair do trabalho mais cedo, agora tudo volta “ao normal”.  Aquela horinha de sono “perdida” durante os últimos meses é recuperada a partir de amanhã, 25 de fevereiro, à meia-noite.

Mas depois de 133 dias acostumado a este horário, como fica a sua vontade de dormir nesse momento ? A gente foi em busca de respostas e entrevistamos  o Dr. Braulio Brayner, neurologista e especialista em distúrbio do sono, de Campinas, SP.

 

Bem Dormir Bem Viver -Como devemos proceder com relação ao horário de dormir e acordar?  Devemos ir para a cama quando nos sentimos cansados ou devemos respeitar a hora do relógio?

Dr. Braulio - Devemos, assim que possível, respeitar a hora do relógio. Uma dica é promover, em vez de uma mudança abrupta, uma mudança gradativa.

 

Bem Dormir Bem Viver Em quanto tempo o nosso organismo se adapta ao horário atual?

Dr. Braulio- De um modo geral as pessoas se adaptam facilmente ao fim do horário de verão. Pode ser variável de pessoa para pessoa, mas em geral, de dois a três dias.

 

Foto: Reprodução

Bem Dormir Bem Viver- Quais são as reações que o nosso corpo tem nesse período de adaptação?

Dr. Braulio - Pode haver uma sensação de cansaço, irritação, dificuldade de concentração ou até mesmo sonolência diurna.

 

Bem Dormir Bem Viver - O que é mais complicado, se adapatar ao horário de verão ou à retomada do horário normal?

Dr. Braulio – Do ponto de vista fisiológico, para o nosso corpo é bem mais complicado se adaptar ao horário de verão do que retomar o horário normal.

 

 

 

 

Nem todos são iguais

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Não somos todos diferentes? Não temos nossas particularidades e características?

Então por que achamos que travesseiros são todos iguais? Não podem e não devem ser.

Para cada posição em que dormimos e para cada tipo físico há uma necessidade de conforto, que por sua vez, é preenchida por um travesseiro específico.

Para deixar tudo mais claro, a Altenburg apresenta aqui um  video que fala dos modelos mais conhecidos no mercado e que pode te ajudar a escolher melhor o seu próximo travesseiro. Mesmo com todas as orientações do video, vale experimentar na loja o produto mais adequado a você!!!

 

O sono na volta às aulas

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Terminar as férias, iniciar um novo ano na escola, reencontrar os amigos ou fazer novas amizades mexem com a rotina de qualquer criança. Tem aquelas que sentem dificuldade em retomar os horários e se demoram mais na cama…

…outras, que em meio a tanta agitação, simplesmente não sentem sono na hora de dormir…

Nesse cenário, como fazer para colocar o sono dos pequenos em dia? Fizemos essa pergunta à Dra. Renata Borrozino, Mestre em Pediatria pela Unifesp/EPM e ela aconselha as mamães a deixarem os horários das crianças mais parecidos com os da escola, à medida em que as aulas se aproximam, ou logo nos primeiros dias da volta ao colégio.

Envolver a meninada na compra do material e explicar que as brincadeiras precisam terminar mais cedo para acordar bem disposto no dia seguinte faz a criança perceber a transição entre as férias e o retorno às aulas. Isso contribui para a retomada da rotina do sono.

Quando a criança está muito agitada, é preciso identificar a causa desse estado emocional: excitação pela nova atividade que se inicia? Experiências agradáveis ou desagradáveis durante o dia? Alteração no estado de saúde?

Ao certificar-se de que a criança não tem febre ou dor, o melhor é conversar com ela, reduzir a luminosidade do quarto e ao sentir que ela adormeceu, apagar a luz e se retirar. Em caso de pesadelos, o procedimento deve ser o mesmo.

A quantidade de horas de sono varia de acordo com a idade e com o passar do tempo, ela tende a diminuir. Entre 4 e 5 anos, a média é de 11 horas de sono, mas vale lembrar que cada criança tem o seu ritmo, portanto horinhas a mais ou a menos dessa média não são um problema.O que interessa é que a crinaça seja saudável e realize bem suas atividades durante o dia.

Fotos: Reprodução

Consultório Dra. Renata Borrozino- (11) 55493864/55710424/50838867.

Dormir sem contar carneirinhos

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Devagarinho, devagarinho ele vem chegando…o Verão já entrou com força em alguns estados e em breve sono gostoso do Inverno dará lugar ao desconforto das noites quentes da temporada.

Não é raro ouvirmos reclamações de pessoas que passam a noite acordadas por causa do calor.   De acordo com especialistas, acima dos 27 C º, temos dificuldade em dormir porque o nosso cérebro direciona o seu trabalho para a manutenção da temperatura corporal.

Mas o que podemos fazer para descansar bem mesmo nas épocas mais quentes do ano?Para o presidente da Associação Brasileira do Instituto do Sono e neurologista do Instituto do Sono, Dr. Luciano Pinto Júnior, dormir no Verão, assim como no Inverno rigoroso, é difícil, mas alguns fatores no quarto podem influenciar: travesseiro e colchão inadequados, luminosidade, alta temperatura e barulho.

“Sabemos que a maioria das pessoas durante os dias de maior calor procuram refrigerar o quarto, no entanto, esta medida não é recomendada, pois durante a madrugada o corpo sofre uma ligeira queda na temperatura. Esse fato combinado ao vento do ventilador, ou ao frio do ar –condicionado podem acarretar problemas para a saúde”, completa o neurologista.

Uma boa alternativa que ajuda a aplacar o calor é utilizar roupas de cama de tecidos frescos, em 100% algodão. Os materiais sintéticos esquentam ainda mais dificultando o descanso.

A Altenburg tem grande variedade em produtos 100% algodão, justamente pensando no bem-estar do consumidor. A coleção Premier Malha, em fio penteado, tem um toque delicioso, macio e é altamente indicada para ser usada no Verão por ter uma fibra natural, que deixa a pele respirar.  Já a linha Premier, em cambraia 150 fios, é super leve e indicada para essa época do ano também.

Premier Malha

Coleção Premier

OS 10 MANDAMENTOS PARA UMA BOA NOITE DE SONO

1. Horário regular para dormir e despertar.

2. Ir para a cama somente na hora dormir.

3. Ambiente saudável.

4. Não fazer uso de álcool próximo ao horário de dormir

5. Não fazer uso de medicamentos para dormir sem orientação médica.

6. Não exagerar em café, chá e refrigerante.

7. Atividade física em horários adequados e nunca próximo à hora de dormir.

8. Jantar moderadamente em horário regular e adequado.

9. Não levar problemas para a cama.

10. Atividades repousantes e relaxantes após o jantar.

Fonte: Instituto do Sono de São Paulo

Caminha sequinha, soninho garantido

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Você tem acompanhado a nossa série de posts sobre o sono infantil, com a Mestre em Pedriatia pela Unifesp/ EPM, Dra. Renata Borrozzino?

Temos passado várias dicas para deixar a criançada mais à vontade para dormirem sozinhas e garantir uma boa noite de sono para elas e os pais também, claro!

Para encerrar esta série, chegou a vez de falarmos sobre a retirada das fraldas noturnas, outro desafio que os papais e mamães enfrentam no dia-a-dia e que, inevitavelmente, alteram na continuidade do sono de todos.

Mais uma vez, o assunto pede paciência da família e muito carinho. Vale lembrar que se trata de uma fase, ou seja, não há motivo para estresse, ok?

Dra. Renata explica que uma vez acordado com seu pediatra que é chegado o momento de retirar as fraldas, (normalmente a partir dos dois anos, mas varia de criança para criança), é preciso atuar em etapas: primeiro no período diurno e depois no período noturno.

Ensine a criança a pedir para ir ao banheiro, mostre e deixe bem sinalizado o local  em que ela deve  fazer suas necessidades. Vale um adesivo com um desenho pertinho do vaso sanitário, ou do penico, para ensinar de forma lúdica!

Penicos coloridos podem atrair a atenção da criançada e adaptadores no mesmo estilo dão aquela forcinha para estimulá-las a utilizarem o vaso.

Lembrá-la de fazer xixi e cocô várias vezes ao dia também funciona. Leve a criança ao banheiro a cada hora. Elogie  quando ela tiver sucesso e, principalmente, não repreenda  quando algo não sair bem. Mostre otimismo e que será melhor da próxima vez.

As fraldas noturnas podem ser retiradas quando o controle diurno já é feito e quando a criança começa a acordar seca. Evite oferecer líquidos antes da hora de dormir e leve a criança ao banheiro antes de deitar, ou mesmo uma vez durante a noite.

No começo do treino para a retirada das fraldas noturnas será comum encontrar ainda a cama molhada ao amanhecer. Entre os dois e cinco anos de idade, a criança não tem total controle esfincteriano e podem ocorrer acidentes.

Para proteger o colchão, a Altenburg tem protetores para camas de solteiro e berços, impermeáveis! Protegem os colchões e são a garantia para uma cama sempre limpinha! Tudo em 100% algodão e tem até modelos com tratamento antiácaros!


Sonho de criança

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Elas brincam o dia inteiro, aprendem coisas novas o tempo todo e ainda contam com a imaginação fértil, que permitem um mundo de ideias e criações na cabecinha .

Na hora de dormir é que as crianças ordenam no cérebro todas as experiências vividas,as  aventuras e descobertas do dia e fazem a interpretação do que aconteceu com elas. O resultado pode aparecer em sonhos tão divertidos quanto as brincadeiras em que participaram, ou pesadelos, o que pode interferir na qualidade de sono.

Em nossa série sobre o sono infantil, com a consultoria da Mestre em Pediatria pela Unifesp/EPM, Dra. Renata Borrozzino, vamos falar hoje sobre tudo o que acontece no organismo dos pequenos enquanto eles dormem e como lidar com os sonhos ruíns, que às vezes assustam filhos e pais.

De acordo com a Dra. Renata, enquanto dormimos todos os processos orgânicos, hormomais e psíquicos são reorganizados durante os quatro níveis de profundidade do sono. Na fase 1, temos a sonolência,  na fase 2 inicia- se o chamado  sono leve e nas fases 3 e 4 é quando entramos em sono profundo. Na criança , esse é o momento em que os hormônios de crescimento e o cortisol estão no auge da atividade e portanto, quem dorme bem, cresce bem. Não é à toa que nos primeiros meses de vida um bebê dorme cerca de 17 horas ao dia.

Existe ainda uma fase conhecida como sono REM, em que ocorrem os movimentos oculares rápidos e costumam acontecer os sonhos. Essas fases se alternam durante toda a noite constituindo um ciclo. Enquanto o sono profundo ajuda a crescer, o sono REM auxilia no amadurecimento e na reorganização psíquica.

Mas o que fazer se os sonhos da criança são capazes de interromper o sono? Os pesadelos  trazem a sensação de medo e angústia e aparecem em consequência de uma experiência desagradável vivida naquele dia .

É como se o subconsciente da criança fosse resolver durante a noite  o que se passou com ela na escola, no convívio familiar, ou em outros ambientes que ela frequente. Nesse momento, ela pode estar lidando com situações hostis que se repetem com frequência em seu dia a dia, ou simplesmente podem estar reagindo a uma ocorrência eventual.

Dra. Renata  alerta que no caso dos pesadelos serem constantes, é importante a opinião de um psicólogo. Mas já que não dá para contar com ele bem na hora que o seu filho acorda, vale aquela dica de acalmar a criança no quarto dela, conversar com ela sobre a razão do despertar e ter paciência.

Eu como mãe, digo que pesadelos e soninho agitado fazem parte dessa jornada incrível que é criar um ser humano. Tudo passa, pode acreditar!

Dorme Filhinho- parte 2

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O  feriado passou,  o ritmo da família mudou um pouquinho e quem sabe  até as regrinhas para  a hora do sono foram um pouco esquecidas nesses dias…maravilha se a gente consegue colocar tudo nos eixos novamente, mas e quando isso não acontece?

Quando a criança muda temporariamente para a  cama dos pais convencê-la de voltar para o quarto dela é um trabalho que exige muita paciência, pra dizer o mínimo.

Hoje a gente continua falando de sono infantil e contamos com ajuda da Mestre em pediatria pela Unifesp/ EPM,  Renata Borrozzino, que nos explica o que acontece quando os pequenos insistem em dormir com os pais.

Foto:. O Globo

Para a pediatra, a dificuldade que algumas crianças tem em dormir sozinhas deve-se, na maior parte das vezes, ao receio dos prórpios pais em deixá-las dormir sozinhas. Os motivos para estes receios são vários: “será que ela vai cair?” “será que ela ficará assustada ao abrir os olhose não ver ninguém?” e por aí vai. Se o ambiente em que a criança dorme obedece os requisitos para prevenção de acidentes na infância, se o ritmo dia/noite for gradualmente incorporado em seu dia a dia e se desde o nascimento ela adormece em seu quarto, dormir sozinha será um acontecimento natural.

Mas quando a criança continua insistindo em dormir com os pais, neste caso, recomenda-se uma investigação melhor. Algumas  tem este comportamento porque estão doentes, tratando uma infecção, por exemplo, e ficam naturalmente mais “manhosas”, querendo “colinho” . Outras porque vivenciaram uma experiência desagradável durante o dia e não querem ficar sozinhas.

Foto: Jornal Católico Blogstpot

Dra. Renata aconselha a acolher o seu filho, abraçá-lo  e dizer que está tudo bem e que ficará com ele em seu quarto até tudo passar. Dar um copo de leite, ler uma história, até a criança dormir,  faz com que  ela tenha a sensação de maior segurança,  porque é acolhida. Caso não identifique um motivo para este comportamento e isso for uma constante, procure a orientação de um psicólogo.

Do ponto de vista orgânico, tanto os pais quanto a criança terão noites ruíns se dormirem todos juntos. Mesmo sem querer, podemos machucar a criança ao nos virarmos na cama, pois há pouco espaço físico, e acordarmos com muita dor no corpo.

Foto: Portal Abril

Noites mal dormidas para um adulto podem significar rendimento no trabalho aquém do esperado, um cochilo no volante com graves conseqüências, e até distúrbios de humor. Para a criança as conseqüências são um rendimento escolar ruim e geração e/ ou perpetuação de insegurança e baixa auto-estima.

Muito melhor aguentar algumas noites de choro do que enfrentar problemas maiores ao longo do tempo, não é? Na próxima semana tem mais tira-dúvidas sobre o sono infantil com a Dra. Renata Borrozzino, não deixe de conferir!

Dorme filhinho do meu coração…

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

E aí? Como tem sido as suas noites de sono? São daquelas tranquilas, que proporcionam um relaxamento completo, ou são interrompidas várias vezes por causa do “despertar” fora de hora das crianças?

Pais de filhos pequenos nem sempre têm a sorte de dormir bem e por isso,  nos consultórios pediátricos, as queixas relacionadas ao sono infantil são frequentes, com histórias que variam de acordo com a idade da criança.

Logo no comecinho da vida de um bebê, e até os três meses,  é  comum dizermos que ele está “trocando o dia pela noite” …e isso pode ser apenas o começo…mas não se preocupe se você é papai ou mamãe de primeira viagem.  Bem Dormir Bem Viver entrevistou a Mestre em pediatria da Universidade Federal de São Paulo/ Escola Paulista de Medicina, Dra. Renata Borrozzino, que  nos ensina a fazer com que a criança ganhe ritmo desde cedo e ainda dá dicas de como enfrentar os pequenos probleminhas que podem ocorrer com o sono durante a infância.

Foto: Tracy Raver

Atê o final de outubro traremos a cada semana  posts relacionados ao sono infantil, com orientações práticas da Dra. Renata Borrozzino, para você acertar os ponteiros da hora de dormir em casa!

Hoje, vamos começar a série de posts falando dos bem pequenininhos!!!

Se o seu filho acabou de nascer, antes de tudo, é preciso entender que nos primeiros meses, o organismo do neném está se adaptando ao meio ambiente e  essa também é a fase das cólicas, portanto, o sono pode ser temporariamente perturbado.

Solução: respire fundo e faça com que o bebê entenda a diferença entre dia e noite. Dra. Renata explica que é importante  mostrarmos que durante o dia o ambiente é mais claro, ventilado e  movimentado. Não deixe o neném num quarto escuro e silencioso.

Foto: Tracy Raver

Ao entardecer,  podemos reduzir a luminosidade do cômodo onde a criança está e diminuir o volume do som. E à noite, devemos manter somente uma luz acesa, que pode ser de um abajur, ou  a luz do corredor, por exemplo. O  som deve agora ser reduzido ou o desligado. Deste modo, gradualmente, a criança entenderá o ritmo  do dia e da noite.

A partir dos três meses de idade,  a maior parte das crianças costuma dormir bem  à noite, com interrupções somente para mamar. Entre os seis meses e 1 ano,  fase em que introduzimos na alimentação sucos, papas de frutas e papas salgadas, elas já estão bem alertas durante o dia, fazem um “soninho” à tarde e dormem bem à noite.

Já a partir de um ano e meio a dois anos, Dra. Renata nos conta que alguns pais relatam que a criança acorda “assustada” durante a noite, sem nenhuma causa aparente e que ela  insiste em dormir juntamente com eles, ou até um irmão mais velho.

Foto: site  Abril

Em uma criança saudável, essas são as queixas mais comuns, mas  a partir desta idade, o motivo do  prejuízo no sono pode ter várias causas: desde uma alteração orgânica, até uma experiência que traga  à criança uma emoção muito forte.

Um exemplo típico de um acontecimento de impacto na criança  é a festa de aniversário no dia seguinte: ela está tão excitada que não consegue dormir. Paciência para fazê-la relaxar é a melhor saída.

Altenburg alerta: seu travesseiro pode estar com o prazo de validade vencido

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O seu travesseiro tem mais de dois anos? Se a resposta for sim, está na hora de trocar por outro novo!

Estima-se que cerca de 25% do peso de um travesseiro velho venha de ácaros e seus resíduos. Como no travesseiro há uma quantidade grande de saliva, suor e outras secreções, cria-se um ambiente perfeito para a proliferação de fungos e bactérias, que por sinal, alimentam os ácaros. Resultado: alergias respiratórias que acabam com o seu sono.

A Altenburg tem o tratamento antiácaros Vida & Saúde em vários dos seus produtos, auxiliando quem sofre com as alergias respiratórias.  São nanopartículas de íons de prata aplicados na  fibra de poliéster do recheio de colchas, edredons, travesseiros e protetores .Estudos comprovam uma redução de 40% da incidência das crises alérgicas com os íons de prata.

Quer saber como esses íons de prata são aplicados? Quer saber o que os especialistas falam sobre as alergias respiratórias? Então confira este video que está hospedado também no portal www.casa.com.br e no You Tube!